Paranóia

Na maior parte do tempo, suspeitar das intenções dos outros nos proteje de prejuízos e de pessoas mal intencionadas, mas essa suspeita pode nos atrapalhar quando chega a níveis extremos e não possui um embasamento concreto. A paranoia é um grande receio de que as pessoas irão te prejudicar ou estão te prejudicando de alguma forma, como te enganando ou maltratando. Mas mais do que isso, a paranoia é uma desconfiança dos outros sem embasamento. Ou seja, a paranoia pode ocorrer apesar de nada indicar claramente que a pessoa está sendo ou será realmente prejudicada por outros. A pessoa pode ver muito mais maldade nas intenções das pessoas do que existe de fato. Identificar ameaças de forma eficiente é uma importante missão de qualquer cérebro, já que isso aumenta as chances do dono do cérebro sobreviver e se reproduzir. Mas o cérebro humano nem sempre cumpre bem essa missão e acaba vendo perigo onde não tem. Alguns estudos indicaram que a paranoia se relaciona com um funcionamento incomum em áreas como o hipocampo, as amídalas cerebrais e algumas partes do córtex pré-frontal, mas as pesquisas sobre isso ainda são pouco conclusivas. Estudos com gêmeos indicam que viver paranoia com frequência pode ser em grande parte uma consequência dos genes que você possui, mas o ambiente também é quase tão importante quanto. A paranoia é mais comum de ocorrer em pessoas que sofreram maus tratos durante a infância, abusam de substâncias como a cocaína ou fazem parte de grupos minoritários e discriminados. Muitas pessoas vivem a paranoia em diferentes níveis de gravidade sem que ela as prejudiquem  tanto. Essa desconfiança dos outros pode se tornar um problema quando é intensa, difusa, infundada e gera angústia. No transtorno da personalidade paranoide, a pessoa espera quase sempre o pior das outras pessoas ao longo da sua vida. Essa condição envolve uma grande desconfiança e expectativas negativas das intenções dos outros. A pessoa pode achar com frequência que os outros estão tramando algo contra ela, traindo, maltratando ou a enganando. Essa desconfiança pode existir mesmo que aja pouco ou nenhum sinal objetivo de ameaça. Também é comum que pessoas nessa condição se sintam mais facilmente perseguidas, insultadas e traídas pelos outros. Isso pode levá-las a agir de forma mais defensiva, crítica e agressiva com quem elas acham que estão as maltratando. Por exemplo, uma pessoa que vive essa condição pode interpretar que um elogio genuíno do seu chefe no trabalho foi na verdade uma crítica velada ao seu desempenho e uma cobrança para que melhore. Ao receber um troco errado em uma loja, essa mesma pessoa pode ficar  convencida de que o vendedor tentou a enganar intencionalmente e então agir  agressivamente com o vendedor. Transtornos da personalidade costumam prejudicar muito as relações com os outros e a felicidade da pessoa. Embora a psicoterapia seja recomendável  para o transtorno da personalidade paranoide, pode ser difícil que a pessoa confie e coopere com o psicólogo pela própria natureza da sua condição. Por isso, é mais comum que essas pessoas não realizem nenhum tipo de tratamento e sofram vários prejuízos sociais, profissionais e afetivos ao longo das suas vidas

Diferenças entre Maconha e Álcool.

A maconha e o álcool estão entre as substâncias mais usadas de forma recreativa no mundo. Será que entre o álcool e a maconha existe alguma que pode ser mais prejudicial à saúde do que a outra? As pesquisas indicam sobre os prejuízos que ambas podem trazer, mas é importante enfatizar que a maior parte das pessoas que as consomem não sofrem os prejuízos mais graves. Isso também não quer dizer que elas são inofensivas, pois ambas podem trazer prejuízos pra um número muito maior de pessoas que, mesmo não sendo prejuízos tão graves, são bem ruins já. Comparar o álcool com a maconha não é uma tarefa simples. Isso porque elas possuem composições químicas diferentes que afetam o corpo de formas diferentes a depender de fatores diferentes. Mesmo assim, algumas comparações quanto aos potenciais riscos de cada uma podem ser úteis. Por exemplo, de acordo com algumas estimativas, entre adultos, a prevalência do transtorno por uso de álcool foi de 8,5% enquanto a do transtorno por uso de cannabis foi de 1,5%. Então é como se fosse cerca de 5 vezes mais comum que pessoas exibam sinais de vício em álcool do que em cannabis. Um dos problemas com o consumo abusivo de coisas como o álcool e a maconha é que ambas afetam o sistema de recompensa do cérebro de tal maneira que consumi-las aumenta as chances de você consumi-las de novo no futuro e com o passar do tempo isso pode te gerar dificuldades. Você está com problemas com Álcool ou outras drogas, entre aqui que poderem ajudar.

Um nível muito alto de álcool no sangue pode levar uma pessoa a diferentes níveis de overdose. Essa overdose pode levar a pessoa a ter desde dificuldades pra se mover e falar até ao coma e à morte. O envenenamento por álcool ocorre quando a concentração de álcool no sangue é tão alta que certas áreas do encéfalo responsáveis por coisas bem básicas como controlar a respiração e os batimentos cardíacos começam a parar de funcionar. Isso pode levar a pessoa a uma queda nos batimentos cardíacos, dificuldade de respirar e de ficar consciente. O consumo de álcool está relacionado com cerca de 88 mil mortes anualmente e, nos Estados Unidos, é a terceira causa mais comum de mortes que podiam ser prevenidas. De acordo com a OMS, o consumo de álcool é um fator de risco para o desenvolvimento de mais de 200 doenças e outra condições médicas. Já no caso da maconha, o risco de overdose ou envenenamento é… praticamente igual a zero. Mesmo uma pessoa acostumada a consumir maconha todo dia e quase o dia inteiro ainda estaria longe de atingir um nível muito alto de THC  no sangue. Diferente do álcool, não é comum encontrar o relato de mortes ligadas ao uso abusivo de maconha na literatura científica. Mas a maconha pode sim levar à morte, por exemplo, quando alguém vai dirigir depois de consumi-la. A maconha tende a prejudicar a capacidade de dirigir e pode aumentar em 4 vezes as chances da pessoa se envolver em um acidente fatal. Já o álcool pode aumentar essas chances em 15 vezes. Tanto o álcool quanto a maconha podem ter efeitos mais reversíveis ou menos reversíveis. A maior parte dos prejuízos imediatos são reversíveis a curto prazo conforme a substância é eliminada do organismo. Já outros prejuízos tendem a ser bem menos reversíveis. Isso vai depender de muitos fatores. Por exemplo, predisposições genéticas, iniciar o consumo na infância ou adolescência, possuir um transtorno mental e consumir de forma frequente, intensa e por longo prazo são fatores que aumentam as chances de alguém desenvolver prejuízos duradouros na sua saúde. Os dados que descrevemos aqui indicam que o álcool pode ter um potencial de causar prejuízos muito maior do que a maconha considerando diferentes critérios, mas a maconha também não é nenhuma santa, já que o seu uso pode se ligar a vários outros problemas. O baixo ou moderado uso de tais substâncias tende a trazer prejuízos leves e reversíveis na sua maior parte, mas muitas pessoas acham que têm muito mais controle do que realmente têm e isso as tornam mais vulneráveis a vários riscos. Independentemente de qual das duas pode te lascar mais, tanto o álcool quanto a maconha podem trazer diferentes tipos de danos sob certas condições. O consumo abusivo de ambas é especialmente perigoso e evitá-lo é uma forma de proteger a sua saúde física e mental assim como a saúde das pessoas à sua volta. Clique no link se você precisa de ajuda com Álcool ou outras drogas.
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o Que é e como funciona a Ayahuasca.

A palavra Ayahuasca vem da língua indígena Quechua e significa algo como “cipó do espírito”. Muitos a conhecem por causa do papel central que ela ocupa em diferentes religiões como a União do Vegetal e o Santo Daime. Hoje veremos como ela pode influenciar as pessoas. A Ayahuasca costuma ser consumida como uma bebida que é preparada a partir de diferentes plantas e cipós, sendo o cipó Banisteriopsis caapi e a planta Psychotria viridis algumas das mais comuns e importantes. Especialmente em países da América do Sul como o Brasil, a Colômbia, o Equador e o Peru, a ayahuasca tem sido usada por muitos anos. Algumas religiões se desenvolveram desde o século passado em torno do ritual de consumir essa bebida. E um motivo da ayahuasca fazer  esse sucesso todo é porque ela é psicoativa, ou seja, ela provoca estados alterados de consciência e experiências perceptuais incomuns e vívidas, tais como visões e sons inusitados, por exemplo. É comum que as pessoas sintam enjoo, vomitem, fiquem muito introspectivas e se sintam como se estivessem em um sonho ou em uma outra realidade depois de consumí-la. Também é comum as pessoas se sentirem serenas e em paz. Tais efeitos podem começar dentro de 30 minutos e costumam durar entre 4 e 6 horas. Por detrás dessa experiência psicodélica está a dimetiltriptamina ou DMT. Ela é uma substância cuja estrutura química é parecida com a da serotonina, um neurotransmissor que nós produzimos naturalmente no corpo e que cumpre várias funções. Normalmente, era pra monoamina oxidase A metabolizara DMT no estômago sem maiores problemas, mas uma substância presente no cipó usado para preparar a ayahuasca inibe a monoamina oxidase A e assim a DMT acaba indo parar no cérebro. Lá, ela se liga parcialmente aos receptores serotoninérgicos de alguns neurônios por conta da sua similaridade química com a serotonina e acaba afetando o funcionamento de várias partes do cérebro ligadas à regulação das emoções, percepções e autoconsciência, por exemplo. Um estudo identificou um nível de funcionamento no córtex visual primário comparável ao nível presente quando alguém está vendo um objeto real com os olhos abertos mesmo que os participantes estivessem de olhos fechados. Isso ajudaria a entender as experiências visuais tão vívidas que algumas pessoas relatam. A ayahuasca pode ajudar pessoas vivenciando algumas dificuldades psicológicas de acordo com cientistas. Por exemplo, em mais de um estudo, uma única dose de ayahuasca reduziu sintomas depressivos a curto e médio prazo. Outro estudo identificou que essa redução de sintomas depressivos ocorria mesmo entre pacientes com depressão mais grave e resistente a tratamentos, o que reforça o potencial terapêutico dessa bebida. Talvez esse efeito antidepressivo resulte de mudanças cerebrais que alguns cientistas constataram ao avaliar o efeito de substâncias psicodélicas, como a DMT, em minicérebros criados em laboratório. Os cientistas perceberam que essas substâncias podem estimular a expressão de proteínas envolvidas em processos como a memória e a neuroplasticidade. Então o potencial terapêutico dessas substâncias pode se estender inclusive a outras condições ainda não estudadas já que afetam processos tão básicos. Um estudo sugeriu que as experiências ligadas à ayahuasca têm semelhanças com experiências conhecidas como de quase-morte. Não, não estou falando que a ayahuasca quase mata as pessoas.Experiência de quase-morte são relatadas por pessoas que passaram por situações graves, tais como uma parada cardiorespiratória, por exemplo. Essas pessoas podem relatar que sentiram vividamente como se estivessem em uma outra realidade ou fora do próprio corpo, coisas que quem consome a ayahuasca também relata com frequência. A ayahuasca não tende a gerar tolerância ou vício como o álcool, por exemplo, mas nem tudo é só alegria no mundo dos psicodélicos. Algumas pessoas podem desenvolver sintomas psicóticos após consumir a ayahuasca, embora isso seja pouco comum. Pessoas com predisposição familiar para desenvolver sintomas psicóticos são incentivadas a evitar o consumo da ayahuasca em muitos lugares, mas como a avaliação nem sempre é tão rigorosa ou a pessoa pode mentir, algumas pessoas podem viver prejuízos duradouros depois de consumí-la. Quando utilizada de forma adequada, a ayahuasca parece ter um grande potencial terapêutico para diferentes condições. Atualmente, ainda não conhecemos totalmente os riscos envolvidos para que ela seja recomendada em tratamentos, mas quem sabe, no futuro, substâncias psicodélicas poderão se tornar importantes aliadas de tratamentos psicológicos e médicos.
http://www.santodaime.org/site/religiao-da-floresta/o-santo-daime/historico-sobre-a-ayahuasca

Cocaína

A cocaína é utilizada por entre 14 e 21 milhões de pessoas por ano e entre 100 a 500 bilhões de dólares são movimentados todo ano por meio do seu comércio ilegal. Em 2012, o Brasil foi o segundo maior consumidor de cocaína e derivados do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A cocaína é uma substância extraída a partir das folhas de um tipo de planta conhecido como coca e tanto o crack quanto o oxi também vêm dai. Enquanto a cocaína  costuma ser inalada na forma de pó, o crack e o oxi costumam ser fumados na forma de pedra. A absorção da cocaína pela mucosa nasal leva a efeitos que podem durar entre 15 e 30 minutos, enquanto que a absorção do crack ou do oxi pelos pulmões resulta em efeitos mais intensos e que duram cerca de 5 a 10 minutos. As principais diferenças entre o crack e o oxi estão na preparação e no preço. A pasta base de cocaína pode ser misturada com bicabornato de sódio, acetona, amoníaco e éter para virar uma pedra de crack. Já no caso do oxi, é feita uma mistura com cal virgem, querosene ou gasolina, substâncias essas que são bem mais corrosivas, tóxicas e baratas. Isso acaba barateando a produção do oxi e tornando ele mais acessível do que o crack a muitos usuários. Embora todas as 3 formas sejam bem viciantese prejudiciais para a saúde, o oxi e o crack viciam mais facilmente e o oxi é o mais agressivo para o corpo por conta dos materiais mais tóxicos usados na sua preparação. Alguns dos efeitos mais rápidos e comuns dessas coisas são euforia, agitação, hipersensibilidade  sensorial, irritabilidade, paranoia, impulsividade, pupilas dilatadas, aumento da temperatura corporal e batimentos cardíacos acelerados. A médio e longo prazo, podem haver prejuízos graves no fígado, nos rins, na boca, nos dentes, nas vias aéreas e no cérebro. O consumo também aumenta o risco da pessoa desenvolver doenças cardiovasculares, doença de Parkhinson, sintomas psicóticos e paranóia  extrema. Outros possíveis efeitos do uso recorrente são a redução nas capacidades de memória, concentração, raciocínio e autocontrole, podendo levar a pessoa a comportamentos violentos para obter e consumir a substância novamente. A cocaína inibe a reabsorção natural de neurotransmissores como a dopamina, a serotonina e a norepinefrina. Então depois de liberados em algumas sinapses do cérebro, esses neurotransmissores acabam se acumulando em níveis excessivos, intensificando a sensação de prazer. O cérebro vai se adaptando a esses níveis excessivos e depois se torna menos sensível à cocaína. Isso frequentemente leva as pessoas a tomarem mais doses ou doses mais potentes para sentir a mesma coisa de antes ou evitar os sintomas da abstinência. Como os efeitos do crack e do oxi são mais curtos e intensos, o risco de overdose é maior, embora o risco envolvido no consumo da cocaína seja considerável também. Esse risco é maior ainda quando algum deles é consumido junto com outras substâncias como o ácool ou a heroína, por exemplo. Não existe quantidade segura de consumo da cocaína, do crack ou do oxi. Todos têm grande potencial de viciar e podem gerar prejuízos imediatos e duradouros no organismo. O tratamento ideal para o transtorno por uso de substância vai depender das particularidades de cada pessoa, mas com frequência envolve a atuação de psiquiatras, psicólogos e outros profissionais. Sem ajuda profissional, a vida de muitas pessoas que se envolveram com a cocaína vai se deteriorando rapidamente e sem que ela tenha plena consciência disso.
https://site.cfp.org.br/tag/drogas/

Tudo sobre Sertralina

Sertralina, será que ela engorda? Será que ela causa sonolência? Será que a tal dependência? Como anti depressivo no corpo, pra quem é indicado, pra quem ele é contra-indicado quais são os riscos e perigos dessa medicação que vou falar sobre tudo isso hoje.

Falando hoje sobre uma das medicações que eu mais gosto na psiquiatria, que eu mais prescrevo que é a Sertralina, é um antidepressivo inibidor da recaptação seletiva de serotonina, da mesma classe da fluoxetina que é um outro antidepressivo, ela foi lançada no início da década de 90 e ela possui uma estrutura molecular única entre os antidepressivos  que eu vou falar daqui a pouco pra vocês porque isso é importante e a Sertralina, ela não causa dependência assim como os outros antidepressivos, ela não causa dependência e não causa tolerância ou seja o corpo ele não se acostuma com a medicação com o passar do tempo e ela não tende a ir perdendo o efeito na maioria das pessoas.

Pra que ela indicada? Ela é indicada primariamente para quadros depressivos tanto quadros agudos quanto na manutenção de um quadro depressivo para evitar uma recaída,  aliás porque eu falo que eu gosto tanto desse anti depressivo, porque houve uma meta-análise analisou um conjunto de vários estudos científicos e nessa meta análise com vários antidepressivos a Sertralina se mostrou um dos antidepressivos mais eficazes sendo mais eficaz do que a grande maioria dos outros antidepressivos, então de fato ela funciona muito bem e além disso nessa análise mostrou-se que é muito bem tolerada. Então ela funciona bem como antidepressivo e as pessoas toleram a causa relativamente poucos efeitos colaterais como a gente vai falar mais adiante, por isso então é um dos anti depressivos mais indicados no tratamento de depressão, mas ela também pode ser usada para quadros ansiosos como transtorno de pânico, transtorno de ansiedade social, o TAG e além disso tem muitos estudos com a sertralina para quadro de disfórico pré-menstrual e para alterações de humor na menopausa.

Como ela age no corpo então assim como a  fluoxetina como os outros antidepressivos inibidores da recaptação seletiva de serotonina ela aumenta os níveis de serotonina na fenda entre os neurônios na sinapse, esse é um bem rápidos o que não é esse aumento rápido de serotonina que causa os efeitos terapêuticos o  aumento rápido causa dos efeitos colaterais da Sertralina. O efeito terapêutico efeito que a gente quer para a melhora de humor melhora de ansiedade ele se dá devido a uma mudança na membrana dos  neurônios através da ação receptor chamado 5-ht1a e essa mudança na membrana dos neurônios na velocidade de comunicação entre eles demora de duas a seis semanas, uma média de quatro semanas para ter o seu efeito terapêutico então uma vez que você toma a ser planeada assim como outros antidepressivos você pode ter os efeitos colaterais ormalmente nas duas primeiras semanas depois eles tendem a diminuir e a partir de uma da 3a 4a semana você começa a ter os efeitos benéficos da melhora de ansiedade da melhora de depressão pra que ela foi indicada. A Sertralina também ela tem uma ação diferente dos outros inibidores da recaptação da serotonina porquê? Porque ela também inibe um pouquinho a recaptação da dopamina, então ela também aumenta os níveis de dopamina na fenda entre os neurônios e a dopamina está associada a uma melhora de motivação, melhora de concentração, melhora de ânimo de prazer, e provavelmente tem a ver com a alta eficácia da Sertralina entre os inibidores seletivos da recaptação da serotonina. Quais são os efeitos colaterais? Os efeitos colaterais são mais comuns nas duas primeiras semanas, inclui boca seca cefaleia, um pouco de dor de cabeça principal mais específico da sertralina soltar um destino quadro de diarreia, ela pode causar isso nas primeiras semanas de uso, ela pode causar sonolência mas não é com muita não é uma medicação associada à sonolência e ela não está associada à muito grito de peso não há medicação associada ao aumento de apetite e não leva as pessoas na maioria dos casos a ganhar peso, então ela tem esse perfil de segurança têm um efeito que é comum na Serotonina é como nos outros antidepressivos e outros médicos que é uma diminuição da libido e o retardo do tempo para o orgasmo então o orgasmo começa a ficar mais prolongado em algumas pessoas até fica difícil se atingir o orgasmo na relação sexual que a gente chama de anorgasmia. Todo antidepressivo que mexe com serotonina pode causar e este efeito colateral eu vou fazer um vídeo específico falando do porquê que o uso de antidepressivos causam essa alteração na libido, essa alteração sexual que é algo que impacta muitas pessoas, e eu vou explicar neste outro vídeo o que a gente pode fazer pra contrabalancear com que a gente pode achar antídotos para esse efeito chato dos antidepressivos, ainda pode causar isso não é em todo o mundo mais de uma parcela da população isso pode ocorrer. Quais são as doses? Então as doses padrões variam entre 50 miligramas até 200 miligramas, sendo que a dose média de melhor de um quadro depressivo em torno de 100 mm , claro que isso depende de cada paciente, é importante saber isso porque às vezes a pessoa toma sempre numa sub dose e aí ela melhora um pouquinho mas ela não está bem, ela não está 100% e a gente quer deixar a pessoa melhor possível. Então pra entender que vai de 50 a 200 em que a dose média é 100 miligramas para quadros de toque. Toque normalmente a gente precisa de doses altas de serotonina pra ter melhor, então o quadro de toque resistente a gente pode usar doses maiores do que 200 chegar até 300 ou 400 miligramas de Sertralina mas isso sempre sob a supervisão de um especialista. A sertralina é um dos antidepressivos mais seguros na gestação então ela junto à fluoxetina que eu falei anteriormente é considerado muito seguro na gestação e ela é o anti depressivo mais seguro na amamentação, então se a gente tiver que escolher o antidepressivo para a gestação e ara a amamentação a gente tem que pensar na Sertralina. Então é bom saber disso sempre que  também é usado em crianças e adolescentes e ela pode ser usado também em idosos. Vou ficando por aqui e eu vejo vocês no nosso post. Um abraço!

Fonte:
https://psicologado.com.br/

Dependência Quimica tem cura?

Olá Tudo bem?

Hoje nosso bate papo vai ser sobre um assunto que muitas pessoas me perguntam, por que a dependência química não tem cura? E portanto dependente químico aquele que já está há muitos anos sem usar a droga não pode jamais voltará a usar qualquer tipo de droga psicoativa. O primeiro ponto muito importante para que a gente possa entender, é que a dependência química é uma doença com qualquer outra doença classificada no código internacional de doenças por exemplo: A dependência química não tem cura, mas ela tem controle como a diabetes. Se o diabético tomar todos os cuidados necessários tomar  insulina, frequentar com periodicidade médico, a gente espera que ele não tenha nenhum problema devido ou decorrente da diabetes. Da mesma forma a dependência química se o indivíduo e tomar os cuidados necessários, se não fizer uso da droga frequentar psicoterapia, grupos de auto ajuda ou até mesmo igrejas e religiões a gente espera que ele não tenha absolutamente nenhum problema com o uso da droga. Só que como a diabetes a dependência química também tem alguns sintomas e o dependente químico não poderá jamais voltar afazer uso da droga porque se ele voltar a fazer esse uso alguns sintomas da dependência química voltará para a vida dele. E um dos sintomas mais clássicos da dependência química é justamente aquele forte desejo a compulsão e usar drogas. Eles sentem uma vontade que uma pessoa normal não sente, uma pessoa que bebe uma taça de vinho um copo de cerveja no outro dia pode ficar um pouco de ressaca um pouco é transtornada mas ela não vai sentir novamente aquela vontade aqui em curso aquele desejo,  já o dependente químico vai então se ele volta a usar droga esse é um dos sintomas que vai retornar à vida daquele sujeito aquele forte desejo em continuar a fazer uso daquela substância. Um outro um outro sintoma que retoma se ele volta a fazer uso da droga é justamente aquela o problema é controlar o uso de início término enfim enquanto uma pessoa normal consegue controlar o uso da droga, pensa assim  eu vou tomar um pouquinho cerveja, vou tomar um pouquinho de vinho e vou parar daquele e químico não. O  sintoma da dependência química vai fazer com que aquele sujeito ele usa droga abuse até perder o controle sobre os então ele, não vai tomar apenas um copo de cerveja ele pode conseguir fazer isso por um período de tempo mas após a é a dependência química é progressiva e aí ele vai querer usar cada vez mais a droga. Um outro sintoma que vai retomar na vida desse sujeito com o uso da droga é a síndrome da abstinência, enquanto uma pessoa normal faz o uso da sua bebida alcoólica nota é mesmo o uso de maconha de forma recreativa e não vai causar nenhum problema já no da minha químico ele poderá ter abstinência ? São as crises de náusea e enxaqueca ,tremores, delírios, alucinações então esse também é um dos sintomas da dependência química que voltará ao convívio desse sujeito se retoma uso da droga.

O outro também sintoma da violência química é a tolerância então aquelas pessoas que bebem socialmente, elas sabem que tomar um copinho de cerveja ou tomar um chope dois  chopes e para pôr ai . O dependente químico não, cada vez ele vai precisar em gerir maiores quantidades da substância pra sentir o mesmo efeito que ele sentia anteriormente, então ele tomou um copo de cerveja hoje se ele for tomar um copo de cerveja amanhã aquele copo de cerveja,  aquela mesma dosagem não vai fazer o mesmo efeito, ele vai ter que duplicar aquela dosagem tentando consumo das drogas e aumentando o consumo das drogas vai aumentando também os problemas decorrentes do uso da droga Um outro sintoma que também é clássico da dependência química é o uso da droga apesar das conseqüências danosas. Um  indivíduo que não é dependente químico ele faz o uso da droga percebe que teve algum problema alguma conseqüência ele pára por aí. o dependente químico  não, ele faz o grupo faz o uso da droga perde o emprego, é preso tem problemas com a justiça, problemas familiares, problemas pessoais mas mesmo assim ele continua fazendo uso da droga então é por isso também que o dependente químico jamais poderá voltar a fazer uso da droga com ele estes sintomas reta reapareceram na vida desse sujeito e o outro sintoma e último sintoma segundo a organização mundial da saúde no seu código internacional de doenças é o abandono progressivo de prazeres. Este particularmente eu acho o sintoma mais interessante e intrigante do sujeito porque é algo muito subjetivo, sabe aquele time ou aquele jogador de futebol que jogava bola que era um grande artilheiro e simplesmente abandonou o futebol por causa do uso das drogas. É exatamente este sintoma,  enquanto ele não estiver usando droga ele vai dar prazer que ele vai dar prioridade é aquilo que dá prazer de forma natural. Quando ele volta a usar droga ele começa a abandonar os seus prazeres então se joga bola dava prazer aquilo é abandonada no decorrer do tempo se um cinema com seus filhos,  sair com sua família, tomar um café, ver um por do sol se viajar dava prazer aqui vai sendo abandonado ao longo do tempo, para que ele retome o uso da droga então são por causa desses sintomas que o dependente químico jamais poderá voltar a fazer o uso da droga de forma controlada. Então a doença da dependência química é incurável porém controlável, nós conseguimos controlar a dependência química se um indivíduo não usar a droga. Era sobre isso que a gente queria conversar se você quiser aprender mais sobre o tema entre aqui ,espero que vocês tenham aproveitado e até a próxima!

O que é a Dependência Química?

Dependência química trata-se do uso de uma substância de maneira que passa a ter um conjunto de sintomas em que o indivíduo teria prejuízos para sua vida pessoal, social familiar e de trabalho. Ele passa a ter perdas em diferentes partes a sua vida pelo uso de uma substância licita como por exemplo álcool, cigarro, tabaco e as drogas ilícitas maconha, cocaína, crack, LSD e outras.

Conceitualmente a dependência química é diagnosticada já está usando uma dessas substâncias por mais de um ano e ainda ter alguns sintomas como por exemplo a tolerância, que é a necessidade de usar quantidades cada vez maiores para sentir a mesma sensação prazerosa ou abstinência que é quando o indivíduo interrompe ou reduz as substâncias e tem como conseqüência a série de efeitos com tremor, suor, aumento de temperatura e outro sintomas. E é importante verificar quando o portador da dependência passa a substituir as suas atividades produtivas de relacionamento familiar e trabalho para aquisição uso, do contato com essas substâncias. Se você quer saber mais sobre Dependência Química e outros assuntos desse tema clique aqui.

Obviamente dependência química apesar de muitas pessoas considerarem que falta de vergonha, que algo imoral, nós da comunidade científica consideramos como sendo o adoecimento mental de dependência química e em sendo doença necessariamente deve ser abordada com tratamento o tratamento.

Para dependência química o tratamento é complexo e por isso necessariamente além da participação do médico psiquiatra em sempre possível é muito relevante importante a indispensável a participação também dos profissionais da Psicologia, Assistente Social, Enfermagem, Terapia Ocupacional,  Atividade Física, Acompanhante Terapêutico e outros, que infelizmente essa possibilidade de assistência  é limitada na maioria dos Municípios brasileiros por falta de recurso. Portanto dependência química é doença e merece um tratamento preferencialmente multidisciplinar.